O Rio Colônia, comprovadamente, possui três nascentes! A principal fica na Serra do Acará, a poucos metros da divisa com o município de Nova Canaã, bem ao centro da sua bacia; a segunda está na Serra da Piabanha pelo lado direito e fica próxima a divisa com o município de Caatiba e a terceira fica na Serra da Cebola bem próxima da nascente do Rio Gangogi junto o outro marco divisor com o município de Nova Canaã, pelo lado esquerdo.
O Rio Colônia estende o seu percurso por mais de 120 KM, banhando os municípios de Itororó, Caatiba, (Itambé), Itapetinga, Itaju do Colônia e Itapé. Neste ponto, ele perde suas forças para o Rio Salgado e a sua identidade para o Rio Cachoeira. O Rio Colônia teve suas três nascentes constatadas e reconhecidas por uma equipe de UESC – Universidade Estadual de Santa Cruz, no ano 2000 e, imediatamente, mapeadas como os mananciais formadores da bacia do Rio Colônia que vai se transformar em Rio Cachoeira.
|
|
|
|
Ainda podemos constatar a existência dos índios Camacãs, que habitaram a região Sul da Bahia, no relato do historiador Silva Campos, na obra ("Cronicas da Capitania de Sao Jorge dos Ilhéus", citado por José Dantas de Andrade"). "No inicio do século XVIII a penetração do colono no sertão (a partir de Ilhéus) era dificultada pela hostilidade dos índios das tribos Guerrens, Pataxós e Camacãs, descendentes diretos dos índios encontrados por Cabral quando aqui aportou".
Porém as regiões Sul e Sudeste da Bahia foram visitadas por personalidades ilustres que também citaram os aldeamentos da região, como: o príncipe alemão Maximiliano Alexandre Felipe Wied Neuwied, naturalista, e sua comitiva, em 1815/1816, e ainda os sábios cientistas holandeses Von Spix e Von Martius, em 1817. Estes últimos publicaram os seus estudos através da obra "Reise In Brazilien", nela registrando circunstanciosos relatório, que em muito contribui para o levantamento histórico da região Itabuna em Números, (1996).
|
|
|
Sobre as tribos de índios que viveram nesta localidade, o advogado Adylson Machado, em conversa com Edmundo Ferreira da Silva (Edmundo das Orquídeas), obtivera excelentes informações.
Edmundo fez um relato completo do povo indígena que aqui viveu e informou ainda que ele acompanhado de pesquisadores da UESC- Universidade Estadual de Santa Cruz – visitou a região dos Ribeiros e Marilda Rebouças no baixo Colônia, próximo a divisa de Itororó com o município de Itaju do Colônia e descobriram um verdadeiro tesouro arqueológico para a história desta região. Um cemitério de índios com 30 sepulturas e mais sambaquis contendo objetos indígenas como.
Machados, cachimbos, panelas, potes e urnas funerárias onde eram depositados os restos mortais da tribo. Além desta excelente descoberta para a história regional, ainda em terras de Itororó, outras aldeias foram detectadas pelo mesmo grupo pesquisador, inclusive nas adjacências do distrito de Itatí que em Tupi Guarani quer dizer “Pedra de Ponta”.
|
|
O povoado de Itati foi reconhecido pela Lei Estadual n° 491 de 22 de outubro de 1952, quando Ibicaraí foi elevado a categoria de município e herdou o distrito de Itapuí com seus dois povoados. Rio do Meio e Itatí. (enciclopédia dos Municípios Brasileiros). |
|
Desde a sua fundação, em 1922, século passado, que Itororó sempre contou com grandes eventos para animar a sua pequena e alegre população. Por iniciativa do fundador João Alves de Andrade, a fim de se desenvolver o povoado que ele idealizou e almejou ver um dia prosperar e entrar para o rol das grandes comunidades da região, e isto foi ele mesmo quem declarou na sua Carta Histórica escrita pouco tempo antes de sua morte, Itapuí foi sempre um protótipo de cidade alegre e tendente a crescer. |
|
|
|
|
|
|
|
|